Terça-feira, Outubro 13, 2009
Meu destino é Woodstock?
O idealizador é o publicitário Eduardo Fischer, que já confirma o evento, no Brasil, para fins de 2010. Ainda sem muitas informações, mas só para dar aquela vontade. Ao que parece saiu alguma coisa na Revista Veja, mas ainda não li.
Para quem não sabe, a “lenda” Woodstock foi um festival de três dias de muita música, e galera hippie, na cidade de Bethel, Estados Unidos. Nenhuma outra edição conseguiu repetir o sucesso da primeira. Mas o Wikipédia te explica melhor, clica aí.
Então, quem está a fim de ir? Já vamos preparando a Kombi. Ou vamos de carona?
Segunda-feira, Setembro 21, 2009
Status: Ausente
Por quê? Bom, isso já não se sabe...
Pode ser que a preguiça esteja tomando esse corpo, a inspiração tenha me abandonado de vez ou talvez seja só a momentânea falta de foco de minha vida.
Fico com a terceira e última opção. Sim, parece que ando tão sem objetivo. Preciso achar algo que realmente queira e me dedicar a isso. O problema é esse mesmo, só estou deixando as coisas passarem, acontecerem. Ao invés de fazer acontecer. Pô! Assim não tem graça, tenho que dar um jeito nisso...
Mas prometo dar mais atenção ao blog... Trarei novidades, em breve!
Quarta-feira, Setembro 09, 2009
PEQUENOS SONHOS
Uma bicicleta veloz, para alcançar as nuvens...
Quero lápis e papel para fazer rimas sem sentido
E em cada esquina, desenhar um sorriso...
Segunda-feira, Agosto 24, 2009
MARIA BOLACHA
Já em 2009, partem para um novo projeto. Ricardo Bólico junta-se à dupla e formam definitivamente a Maria Bolacha. Com isso, surge também a necessidade de uma música de autoria própria para divulgar e promover a Banda.
Essa primeira música chama-se Maria do Coco (letra e melodia de Janaína Santiago e melodia e arranjo de Rafael Librenz) e mostra a principal característica da Banda, que é a valorização da musicalidade brasileira e diversidade cultural do País.
Eu ouvi e gostei, portanto recomendo. É só clicar e curtir: www.maria-bolacha.com
Segunda-feira, Agosto 10, 2009
A estética do frio na cidade imaginária
Uma pretensiosa dica de leitura: Frio, chuva e neblina. Uma cidade úmida, casarões antigos e arquitetura com inspirações européias, tudo feito de mistérios, que se revelam no anoitecer e acordam os fantasmas de cada um.
Se, ao ler o livro, notares qualquer semelhança com uma cidade real, não é mera coincidência, continue...
O livro Satolep, de Vitor Ramil, é uma realidade paralela numa cidade recriada. Imagine ver tudo através do reflexo de um espelho, pois é mais ou menos assim que o narrador vive em Satolep. Vendo de uma forma diferente daquilo que podemos chamar de real, desconstrói o concreto e o lógico.
Sem entrar no mérito da escrita, que, aliás, é de agradável degustação e bem estruturada, Satolep é uma obra artística. A arte é um dos componentes da neblina desta cidade. Nos seus diferentes ramos artísticos, as personagens reconstroem Satolep conforme as linhas e formas que veem e sentem.
O narrador vai, ao longo da história, deparando-se com questões e buscando desvendar enigmas que envolvem e tornam, indivíduos e cidade, uma coisa só. Em Satolep, a razão talvez não seja o principal instrumento para encontrar as respostas e as surpresas nos presenteiam até as últimas linhas do livro. Mas não vou estragá-las contando a história. Sugiro que aprecie você mesmo.
Nesse livro, Vitor Ramil torna claro o que chama de estética do frio. A beleza e as cores do inverno, que segundo ele, só é possível entender no extremo sul do Brasil, aqui no Rio Grande do Sul. Essa estética está presente, portanto, em Satolep.
Satolep é um livro verdadeiramente envolvente e curioso. Atrai-nos para dentro da história, nos torna um dos seres residentes dessa cidade. Talvez por isso não escrevi sobre ele tão logo acabei de ler. Precisava me afastar um pouco, para poder comentá-lo.
Algo que considero que tornou a leitura ainda mais saborosa foi o fato de minha amiga Lara e eu, lermos este livro simultaneamente. E diariamente trocarmos nossas impressões a respeito das leituras noturnas. Graças à ajuda da vida virtual, e seus comunicadores instantâneos, já que estávamos a alguns quilômetros de distância.
Ganhamos o livro na mesma ocasião, da mesma pessoa e lemos ao mesmo tempo. Valeu a parceria Lara! Quem sabe, um dia, repetimos a experiência da leitura simultânea. Mas como a Lara diria: se puder, leia Satolep no inverno, a estética do frio fará todo o sentido.
Boa leitura!
Segunda-feira, Julho 20, 2009
Um dia bom? Um dia entre amigos.
“Meus queridos amigos,
Hoje amanheci com um sentimento gostoso no peito. Acho que é a alegria provocada pelos e-mails, torpedos, scraps e cartões em função do Dia do Amigo. É uma alegria contagiante que chega devagarzinho e aquece o coração da gente.
Pois então, amigos... Quem são eles? Onde estão? Gosto daquela frase que diz que amigo é a família que a gente pode escolher! Gosto de pensar que os amigos são aqueles que estão ali pra toda a hora, pra todo incidente, pra toda ajuda, pra rir junto, pra nos dar um puxão de orelha, pra curtir conosco.
Quem teve um amigo imaginário levante a mão! Teorias à parte, os amigos imaginários mostram que desde a primeira infância esta pessoinha chamada amigo já faz parte da nossa vida. Ensina-nos a dividir, a vibrar junto, a se interessar, a entender os porquês, a vibrar de alegria.
Não classifico meus amigos em amigos de verdade ou não. Se forem meus amigos, são amigos e ponto final. São parceiros pra festa e pra hora difícil, são ombro pro choro e aperto de mão pra vitória. São aquelas pessoas que sempre terão uma palavra, ou se esta faltar, vão estar ali só pra afirmar: você não está sozinho! São aquelas criaturinhas que a gente pode contar e pode pedir os favores mais peculiares, pois sabe que eles vão nos ajudar desvendar todos os mistérios.
E ser amigo dá trabalho sim. É compartilhar, entender, ouvir, crescer com a diferença e deixar os julgamentos de lado. Amigo não julga. Amigo te ajuda a colocar o preto no branco e optar pelo melhor caminho. Amigo ri contigo, pica a cebola por você, ajuda lavar os pratos, organiza a sua festa de aniversário, chá de panela ou de bebê, te puxa pra balada pra te tirar da fossa e te leva pro médico se você estiver doente.
Amigo diz a verdade. Não fantasia, nem tem rodeios. Dá palpite na roupa que vc veste e te enche de elogios. Amigo tem põe pra cima, mas não esquece de te colocar na frente da sua lista de responsabilidades. Amigo tem conversa franca, não tem segredos.
Cultivar uma amizade é um investimento. Não exige limite de cartão crédito ou avalista. Mas exige tempo, dedicação, disposição, entendimento. Dar atenção às pessoas que você valoriza, se colocar no lugar delas e participar com elas dos momentos cruciais, são os primeiros passos pra se tornar um grande amigo.
Amigo é como sorte grande, todo mundo quer um! Só precisamos nos dar conta que também podemos ser GRANDES AMIGOS.
É por isto que estou tão feliz hoje. Sinto-me abençoada pelos amigos que tenho. Pois independe da parte do mundo que estiver, sei com quem posso contar.
Feliz dia do Amigo!”

